junho 02, 2007

A divisão prescinde da vaidade

Os sonoros invadem as privacidades, revolvendo os segredos bem guardados. Atentam contra a vida e o destino e sopram as fumaças dos incêndios. Dentro deles surge a calma e o sereno, ângulo submisso na intenção de subtrair a vontade. Espera-se com a fatalidade da sabatina. Quietos, envolvem a estrutura. Fadigas, entretêm intrujices. E sujos, violentam as carícias num acto de loucura submissa. Contentam acordes repisados como soluções envolvidas em hortelã-pimenta. Tornam gigantes as três manias. A curta atitude das milícias e a nova ordem magna da cobiça. E para quem consente a mentira, têm a ternura sempre omissa.

Ao som de The String Quartet Tribute (to Tool) "Schism"

1 comentário:

Anónimo disse...

Quem consente a mentira têm receio de espantar os afectos e sem duvida acaba por garantir uma ternura que não é inteira. Verdade Von, absolutamente redonda :-)
Maria João apôs ferroada