maio 13, 2013

Axioma ou antibiótico

Pinceladas em todo o preto e branco, as garrafas abertas sem fecho, a pressa de alguma coisa que saiba a adrenalina, subindo as escadas e revolvendo os lençóis ou algo que os substitua. Os olhos sem ser azuis ou avelã, o livro aberto marcado por um cigarro e nas escadas de incêndio o encontro a dois ou sómente um. E se um for demais, engendram-se forças que provoquem a chuva numa dança ridícula e incapaz, o que se julga parecer poesia ou um minuto de arte, jogo de esferas descendo o relvado em direcção ao rio. Deitado, procuro o rumor do peixe e da estrada até ao oceano. Conheces esta história? Consegues comover-te?

1 comentário:

Anónimo disse...

É-me familiar o deslizar dos peixes prateados sem tocar a superfície da água.
s-i-m.