julho 26, 2013

Precipitando

Refeita e repleta, revolves a areia antecipando o teu andar ao sol.

Sumarenta, privada, particular na cadência e no despertar, reiventas a maneira de dizer bom dia e permaneces dia durante a noite.

Nocturna, revelas o segredo de ser, enlevo de imprevisto e inesperado com sabor a frutos do bosque.

Solar, alimentas o sorvo de uma sede esfomeada, colher de prata remexendo o meu círculo, mesmo desenhado sem compasso.

1 comentário:

Anónimo disse...

Tumultos de marés vivas, cheias... que ondulam ventos de espantos.
Assim é o sabor apimentado da música interdita.